Selecionamos os títulos mais vendidos.

ESCRAVIDÃO VOLUME 1: do primeiro leilão de cativos em Portugal até a morte de Zumbi dos Palmares

Autor: Laurentino Gomes // Páginas: 504 // Ano de edição: 2019

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Maior território escravista do hemisfério ocidental, o Brasil recebeu cerca de 5 milhões de cativos africanos, 40% do total de 12,5 milhões embarcados para a América ao longo de três séculos e meio. Como resultado, o país tem hoje a maior população negra do planeta, com exceção apenas da Nigéria. Foi também, entre os países do Novo Mundo, o que mais tempo resistiu a acabar com o tráfico de pessoas e o último a abolir o cativeiro, por meio da Lei Áurea de 1888 — quatro anos depois de Porto Rico e dois depois de Cuba.

Nenhum outro assunto é tão importante e tão definidor da nossa identidade nacional quanto a escravidão. Conhecê-lo ajuda a explicar o que fomos no passado, o que somos hoje e também o que seremos daqui para a frente. Em um texto emocionante e rigorosamente documentado, Laurentino Gomes lança o primeiro volume de sua nova trilogia, resultado de 6 anos de pesquisas, que incluíram viagens por 12 países e 3 continentes.

O MILAGRE DA MANHÃ: Diário

Autor: Hal Elrod // Páginas: 196 // Ano de edição: 2018

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A ferramenta perfeita para otimizar a prática do método O milagre da manhã

O milagre da manhã, best-seller de Hal Elrod, já ajudou milhares de pessoas em todo o mundo a transformarem suas vidas. Agora, com O milagre da manhã – Diário, Elrod traz uma ferramenta que vai tornar a prática matinal das seis atividades diárias muito mais fácil! Ao longo de 52 semanas, será possível registrar as práticas de silêncio, leitura, afirmações, visualização, exercícios e escrita que compõem o método criado pelo autor. O milagre da manhã – Diário oferece ao leitor a oportunidade única de acompanhar o próprio desenvolvimento ao longo de um ano, revisitar as lições que aprendeu durante a jornada, reconhecer o progresso que teve nesse período e avaliar os pontos em que poder melhorar a sua prática de O milagre da manhã. Escreva os capítulos dessa incrível transformação nas páginas desse diário e tenha uma vida extraordinária!

O ÚLTIMO DESEJO: a saga do bruxo Geralt de Rivia – volume 1

Autor: Andrzej Sapkowski // Páginas: 320 // Ano de edição: 2011

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Geralt de Rívia é um bruxo. Um feiticeiro cheio de astúcia. Um matador impiedoso. Um assassino de sangue-frio treinado, desde a infância, para caçar e eliminar monstros. Seu único objetivo: destruir as criaturas do mal que assolam o mundo. Um mundo fantástico criado por Sapkowski com claras influências da mitologia eslava. Um mundo em que nem todos os que parecem monstros são maus nem todos os que parecem anjos são bons… O último desejo é o primeiro livro da saga do bruxo Geralt de Rívia, que terá continuidade com A espada do destino e O sangue dos elfos. “Um livro de Sapkowski é como uma sofisticada fórmula mágica que mistura fantasia, rigor intelectual, humor inteligente e princípios de teoria econômica.”

 

A REVOLUÇÃO DOS BICHOS

Autor: George Orwell // Páginas: 152 // Ano de edição: 2007

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Verdadeiro clássico moderno, concebido por um dos mais influentes escritores do século 20, ‘A revolução dos bichos’ é uma fábula sobre o poder. Narra a insurreição dos animais de uma granja contra seus donos. Progressivamente, porém, a revolução degenera numa tirania ainda mais opressiva que a dos humanos. Escrita em plena Segunda Guerra Mundial e publicada em 1945 depois de ter sido rejeitada por várias editoras, essa pequena narrativa causou desconforto ao satirizar ferozmente a ditadura stalinista numa época em que os soviéticos ainda eram aliados do Ocidente na luta contra o eixo nazifascista. Com o acirramento da Guerra Fria, as mesmas razões que causaram constrangimento na época de sua publicação levaram ‘A revolução dos bichos’ a ser amplamente usada pelo Ocidente nas décadas seguintes como arma ideológica contra o comunismo. O próprio Orwell, adepto do socialismo e inimigo de qualquer forma de manipulação política, sentiu-se incomodado com a utilização de sua fábula como panfleto. Depois das profundastransformações políticas que mudaram a fisionomia do planeta nas últimas décadas, a pequena obra-prima de Orwell pode ser vista sem o viés ideológico reducionista. Mais de sessenta anos depois de escrita, ela mantém o viço e o brilho de uma alegoria perene sobre as fraquezas humanas que levam à corrosão dos grandes projetos de revolução política. Escrito com perfeito domínio da narrativa, atenção às minúcias e extraordinária capacidade de criação de personagens e situações, ‘A revolução dos bichos’ combina de maneira feliz duas ricas tradições literárias – a das fábulas morais, que remontam a Esopo, e a da sátira política, que teve talvez em Jonathan Swift seu representante máximo.

1984

Autor: George Orwell // Páginas: 416 //Ano de edição: 2009

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Winston, herói de 1984, último romance de George Orwell, vive aprisionado na engrenagem totalitária de uma sociedade completamente dominada pelo Estado, onde tudo é feito coletivamente, mas cada qual vive sozinho. Ninguém escapa à vigilância do Grande Irmão, a mais famosa personificação literária de um poder cínico e cruel ao infinito, além de vazio de sentido histórico.

De fato, a ideologia do Partido dominante em Oceânia não visa nada de coisa alguma para ninguém, no presente ou no futuro. O’Brien, hierarca do Partido, é quem explica a Winston que só nos interessa o poder em si. Nem riqueza, nem luxo, nem vida longa, nem felicidade – só o poder pelo poder, poder puro.

O CONTO DA AIA

Autor: Margaret Atwood // Páginas: 368 //Ano de edição: 2017

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Escrito em 1985, o romance distópico O conto da aia, da canadense Margaret Atwood, tornou-se um dos livros mais comentados em todo o mundo nos últimos meses, voltando a ocupar posição de destaque nas listas do mais vendidos em diversos países. Além de ter inspirado a série homônima (The Handmaid’s Tale, no original) produzida pelo canal de streaming Hulu, o a ficção futurista de Atwood, ambientada num Estado teocrático e totalitário em que as mulheres são vítimas preferenciais de opressão, tornando-se propriedade do governo, e o fundamentalismo se fortalece como força política, ganhou status de oráculo dos EUA da era Trump. Em meio a todo este burburinho, O conto da aia volta às prateleiras com nova capa, assinada pelo artista Laurindo Feliciano.

 

SAPIENS: uma breve história da humanidade

Autor: Yuval Noah Harari // Páginas: 592 // Ano de edição: 2018

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Um dos maiores fenômenos editoriais dos últimos tempos. O que possibilitou ao Homo sapiens subjugar as demais espécies? O que nos torna capazes das mais belas obras de arte, dos avanços científicos mais impensáveis e das mais horripilantes guerras?

Nossa capacidade imaginativa. Somos a única espécie que acredita em coisas que não existem na natureza, como Estados, dinheiro e direitos humanos.

Partindo dessa ideia, Yuval Noah Harari, doutor em história pela Universidade de Oxford, aborda em Sapiens a história da humanidade sob uma perspectiva inovadora. Explica que o ca­pitalismo é a mais bem-sucedida religião; que o imperialismo é o sistema político mais lucrativo; que nós, humanos modernos, embora sejamos muito mais poderosos que nossos ancestrais, provavelmente não somos mais felizes.

Um relato eletrizante sobre a aventura de nossa extraordinária espécie – de primatas insignificantes a senhores do mundo.

 

TEXTOS CRUÉIS DEMAIS PARA SEREM LIDOS RAPIDAMENTE

Autor: Igor Pires da Silva // Páginas: 304 // Ano de edição: 2017

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Indo contra a tendência dos textos curtos e superficiais que são postados nas redes sociais, o coletivo literário Textos cruéis demais para serem lidos rapidamente (TCD) passou a produzir e compartilhar um conteúdo extenso, profundo e extremamente poético em suas páginas no Facebook e no Instagram. Com seus escritos e ilustrações, eles acabaram atingindo um público muito maior do que o esperado, nos mostrando como, apesar da crescente agilidade que nossa comunicação exige, ainda precisamos de tempo para digerir e entender nossas complexas relações humanas. Para este livro, foram produzidos textos inéditos que ganharam a companhia das sensíveis ilustrações de Anália Moraes.